As vacinas são uma das maiores conquistas da medicina — e o calendário infantil começa cedo. Entender por que vacinar, o que esperar e desfazer os mitos ajuda a decidir com informação e segurança.
O calendário básico
Ao nascer: BCG e Hepatite B
2 meses: Pentavalente, VIP, Rotavírus e Pneumocócica
4 meses: segundas doses das mesmas vacinas
6 meses: terceiras doses e Influenza
12 meses: Tríplice Viral, Meningocócica C e Pneumocócica de reforço
Mitos que precisam cair
Mito 1: vacina causa autismo — falso, comprovadamente. Mito 2: vacinar deixa o bebê doente — as reações leves, como febre baixa, são a resposta do sistema imunológico aprendendo. Mito 3: doença natural é melhor — ela pode matar; a vacina não.
Como aliviar o momento
Amamente durante a aplicação ou logo após, distraia com um brinquedo e mantenha a calma — o bebê sente o seu estado. Febre baixa nas 24 horas é comum; analgésicos só com orientação do pediatra.
A caderneta é um tesouro
Leve a caderneta em todas as consultas e não perca prazos: o atraso pode ser recuperado, mas a proteção precisa estar em dia. Vacinar o seu bebê é proteger também as outras crianças.
Vacina não é só uma picadinha: é um escudo invisível que acompanha o seu filho para a vida.
Vacinas em viagens e surtos
Antes de viagens, verifique com o pediatra se há vacinas recomendadas para o destino — algumas, como a da febre amarela, têm idade mínima e exigem planejamento. Em surtos de doenças preveníveis, atualize a caderneta o quanto antes. E confie nos serviços públicos de vacinação: o SUS oferece o calendário básico gratuitamente, com segurança e eficácia comprovadas.
